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No final do século XIX era nconcebível admitir que uma onda, qualquer que fosse sua natureza, pudesse se propagar no vazio absoluto. Por isso, qualquer propagação ondulatória deveria ocorrer em um meio material, de existência indispensável, era o éter.

O éter seria o meio suporte para o referencial abosluto do universo. Sem o éter não seria possível saber se um corpo, vagando na imensidão do espaço, estaria ou não em movimento.

Para comporvar a existência do éter, os físicos Michelson e Morley realizaram em 1887 a seguinte exoeriência, representada de forma simplificada: Uma fonte luminosa, alguns espelhos e um detector, fixos numa base rígida que flutua em mercúrio para evitar trepidações. Um raio luminoso oriundo da fonte é dividio em dois pelos espelho semiprateado e reunido nivamente formando uma figura de interferência no detector.

Michelson e Morley acreditavam que o tempo do percurso da luz na direção do movimento da Terra deveria ser maior que o tempo percorrido pela luz na direção perpendicular ao movimento da Terra. Mas as previsões teóricas falhara. Se houvesse diferença de tempo no percurso da luz, haveria uma alteração na figura de interferência vista no detector, mas nada aconteceu, pois o tempo gasto pela luz foi sempre o mesmo, em qualquer percurso.

O resultado dessa experiência comprovava que o éter não existia e que a luz poderia se propagar no vazio. Algumas hipóteses mais importante delas é a contração dos comprimentos. De acordo com essa hipótese, os corpos ao se moverem, teriam seu comprimento encurtado.

Assim, um corpo de comprimento Lo, em repouso, em relação a um determinado referencial, movebdo-se com velocidade V, passaria a ter comprimento L menor, dado pela expressão:

Conhecida como expressão de Lorentz FiltzGerald, onde c é a velocidade da luz no vácuo.